Metaverso



Com o Facebook laçando sua nova marca como Meta, o assunto passou a ser muito comentado na internet. Depois que Zuckerberg falou sobre o tema, anunciando as estratégias da empresa, gerou curiosidade e interesse das pessoas. 

Mas afinal, o que é o Metaverso?

O metaverso é um mundo paralelo em que os jogadores interagem através de personagens virtuais. Os jogadores se reúnem para jogar RPG, conversar, fazer amizades ou simplesmente se divertir. Ele também pode ser usado para treinar habilidades como linguagem, socialização e comunicação.

Por exemplo, um jogador pode experimentar ser outra pessoa, fazer coisas que não poderia fazer na vida real ou simplesmente se divertir com os amigos. Além disso, o metaverso pode ser usado para construir comunidades e fortalecer laços entre os jogadores.

Em outras áreas, como na educação, o metaverso permite simulações de ambientes ou laboratórios, permitindo que o aluno tenha vivências reais de sua experiência. Em e-commerces, a ideia é melhorar a experiência dos clientes, que podem experimentar roupas, acessórios ou equipamentos de forma virtual e totalmente remota.

Além disso, no universo corporativo, vários usos são possíveis, desde reuniões com interação pessoal/ virtual entre os participantes, até treinamentos mais especializados, que podem ser feitos à distância. E também o uso de hologramas.

O conceito do metaverso já havia sido utilizado antes, em algumas obras de ficção, tais como o livro de ficção científica “Snow Crash”, publicado em 1992, que mostra a vida de um entregador de pizza que assume no metaverso a identidade de um samurai.

Também surgiram projetos de games, como o Second Life, de 2003, que simula um ambiente de vida real. Embora o jogo tenha atraído milhares de usuários, não conseguiu criar uma economia digital. Depois dele, surgiram outros jogos, como Roblox, Fortnite e Minecraft, com várias características que podem viabilizar a rentabilidade – no Fortnite, por exemplo, a cantora norte-americana Ariana Grande realizou um show disponível apenas para os usuários.

O Facebook, que agora é Meta, investiu US$ 50 milhões neste novo segmento, informa que planeja testar universos digitais nos próximos dois anos e desenvolver aplicações de multiverso entre 2031 e 2036.

Zuckerberg reforça sua visão de que não é a tecnologia que afasta as pessoas, mas a forma como as experiências são organizadas em torno dela. Para ele, a tendência no Metaverso é inserir o usuário num ambiente híbrido ou virtual, de forma que o conteúdo exibido por meio da tecnologia esteja no ambiente junto com você, e não contido dentro de um dispositivo.

Para criar diversidade nas experiências do Metaverso e fomentar o desenvolvimento de economias nele baseadas, a empresa de Mark Zuckerberg visa promover um mercado de produtos e bens digitais diversos.

Uma realidade, mesmo nos dias de hoje, a compra de roupas, acessórios, itens e experiências virtuais devem se tornar cada vez mais comum à medida que se abrem as fronteiras entre o físico e o digital. 








Comentários